TAÇA UEFA 2008/09
(1.ª mão da 1.ª eliminatória)
Estádio dos Barreiros, no Funchal
Árbitro: Claudio Circhetta (Suíça)
Hora: 21:00
EQUIPAS OFICIAIS
MARÍTIMO
Marcos, Briguel, Cardozo, João Guilherme, Miguelito, Bruno, Olberdan, João Luiz, Marcinho, Pedro Moutinho e Lelo
Suplentes: Marcelo, Luís Olim, Carlos Fernandes, Juliano Vicentini, Manu, Paulo Jorge e Bruno Fogaça
Treinador: Lori Sandri
VALENCIA
Renan, Miguel, Helguera, Alexis, Del Horno, Edu, Albelda, Pablo, Ângulo, Morientes e Zigic
Suplentes: Guaita, Albiol, David Villa, Mata, Joaquin, Manuel Fernandes e Moretti
Treinador: Unai Emery
Golos:
Reacções:
Lori Sandri: «Talvez lá tenhamos mais felicidade…»
O treinador do Marítimo, Lori Sandri, queixou-se mais uma vez da sorte após a derrota (0-1) com o Valencia, num jogo em que os maritimistas enviaram duas bolas ao “ferro” e acabaram por complicar a continuidade na Taça UEFA.
“Estamos a fazer o terceiro jogo dentro da mesma premissa e estamos sempre a falar a mesma coisa: sempre a falar da sorte. Acho que, de repente, as coisas podem começar a mudar. O Marítimo tem tido o controlo do jogo, mas tem perdido. Vamos continuar a trabalhar para que tenhamos mais um pouco de competência e possamos começar a ganhar”, referiu o técnico brasileiro em declarações à Sport TV.
Face ao desfecho dos Barreiros, Sandri não tem dúvidas em reconhecer que a passagem à fase de grupos está muito complicada. “A eliminatória fica comprometida porque temos as nossas dificuldades. Talvez lá tenhamos mais felicidade, até lá vamos ter mais tempo para nos organizar. A diferença é um golo, é uma questão de realizarmos o nosso trabalho”, concluiu.
Miguel: «Objectivo era marcar um golo»
Miguel foi um dos jogadores do Valencia que já conhecia o Estádio dos Barreiros, e daí não ter estranhado as dificuldades por que teve de passar a equipa espanhola para vencer o jogo. “Já quando cá vinha com o Benfica os jogos eram complicados. OMarítimo é uma equipa que se bate bem, principalmente quando joga em casa. Tinha avisado que íamos ter dificuldades, e confirmou-se.”
Ointernacional português explica que o Valencia tinha uma missão bem definida, à partida para a Madeira. E as coisas acabaram por correr conforme os espanhóis desejavam. “Onosso objectivo era controlar o jogo e, se possível, marcar um golo. Felizmente correu-nos tudo bem. Tivemos a felicidade de marcar cedo, mas tenho de dar os parabéns ao Marítimo pela forma como se bateu e como complicou a nossa tarefa”, explicou o lateral.
Apesar do triunfo, Miguel não acha que a eliminatória esteja já resolvida. “Demos um bom passo, de facto, mas ainda nada está resolvido. OMarítimo que me perdoe, mas o Valencia vai passar a eliminatória.”



























